Preso desde 22 de julho, no Rio de Janeiro, o rapper Oruam teve sua situação exposta em um desabafo publicado em seu perfil oficial nas redes sociais. A postagem criticou a falta de apoio de colegas como Orochi, Ar Baby e Poze do Rodo, enquanto o artista enfrenta dificuldades na prisão.
Oruam, cujo nome verdadeiro é Mauro Nepomuceno, foi detido por determinação da Justiça e responde por tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência, desacato, ameaça, lesão corporal e dano. Na ocasião, o secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Felipe Curi, afirmou que o cantor “não é artista, mas um criminoso”.
Preso há mais de um mês no Rio de Janeiro, o rapper Oruam enfrenta dificuldades que vêm gerando preocupação entre familiares, fãs e equipe.
Nesta quinta (28), a conta oficial do artista nas redes sociais publicou um desabafo relatando o estado delicado em que ele se encontra, além de criticar colegas do meio musical.
A crítica foi direcionada aos rappers Orochi e Ar Baby, que vêm trocando provocações por meio de diss tracks, músicas usadas para atacar rivais. Outro alvo indireto foi Poze do Rodo, que, segundo internautas, não estaria se posicionando publicamente em apoio a Oruam.
Vale destacar que, em situações semelhantes, Oruam já havia se manifestado em defesa de colegas, como quando Poze do Rodo e o próprio Orochi foram presos, mobilizando parte da cena do rap no Rio. Agora, a equipe do rapper cobra reciprocidade.
Oruam, nome artístico de Mauro Nepomuceno, foi preso no último dia 22 de julho, após determinação da juíza Ane Cristine Scheele Santos. Ele responde pelos crimes de tráfico de drogas, associação ao tráfico, resistência, desacato, dano, ameaça e lesão corporal.
Na época da prisão, o secretário de Polícia Civil do Rio, delegado Felipe Curi, rebateu críticas feitas pelo rapper às forças de segurança. Em sua declaração, afirmou que Oruam “não é artista, mas um criminoso”.
“Se alguém tinha dúvidas de que esse elemento era algum tipo de artista periférico ou marginal, hoje nós temos certeza de que se trata de um criminoso, bandido da pior espécie, ligado diretamente ao CV, da qual o pai dele, conhecido como Marcinho VP, mesmo a distância, chefia estando em presídio federal”, disse o delegado.

