Um boliviano de 50 anos foi preso em flagrante por tráfico de drogas em Praia Grande, litoral paulista, na sexta-feira (27). A prisão ocorreu após investigações de 15 dias da Divisão Especializada de Investigações Criminais (Deic) do Deinter-6, que monitorou um imóvel na Avenida Doutor Roberto de Almeida Vinhas, no bairro Vilamar, usado como depósito de entorpecentes. A polícia suspeitava da movimentação de indivíduos no local, e o boliviano foi flagrado entrando com uma mochila azul.
**Apreensão de drogas e materiais**
Ao ingressarem no imóvel, com autorização da proprietária, os policiais encontraram o homem ao lado de três tabletes de crack e diversas porções da mesma droga já fracionadas. Foram apreendidos aproximadamente 3,046 kg de crack, um rolo de plástico filme, um celular, a mochila e dois sacos com pó branco, cuja composição será analisada em perícia.
**Prisão em flagrante e pedido de preventiva**
O boliviano foi preso em flagrante por tráfico de drogas. A Polícia Civil representou pela prisão preventiva, alegando a gravidade do crime e a periculosidade do suspeito. A droga apreendida, segundo a polícia, era destinada à distribuição na Baixada Santista, tendo origem na capital paulista.
**Investigação e monitoramento**
As investigações começaram há quinze dias, a partir de denúncias anônimas sobre o uso do imóvel para armazenamento de drogas. O monitoramento policial observou a movimentação de indivíduos suspeitos, culminando na prisão do boliviano em flagrante. A polícia não divulgou detalhes sobre a origem da droga ou a possível participação de outros indivíduos na operação.
**Outro caso recente de tráfico na região**
A prisão em Praia Grande se soma a outro caso recente de tráfico de drogas na região. Na quarta-feira (25), Alex Amaro de Oliveira, conhecido como Barba, foi preso em Santos por tráfico. Ele teria assumido o cargo de tesoureiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) após a morte de um criminoso que teria ofendido o senador Sergio Moro. A relação entre os dois casos não foi explicitada pela polícia.
**Desdobramentos futuros**
O boliviano permanece preso à disposição da Justiça. As investigações continuam para apurar a extensão da rede de tráfico e identificar possíveis comparsas. A perícia do pó branco apreendido também deve fornecer informações relevantes para o andamento do caso.

