O projeto ‘Equilibrando, do Picadeiro à Periferia’, que oferece aulas gratuitas de atividades circenses para crianças e adolescentes de áreas periféricas, está nas cidades da Baixada Santista, no litoral de São Paulo. Desenvolvida pela Cia de Arte Tribus, a iniciativa é voltada para crianças e adolescentes de 6 a 14 anos. Contemplado na categoria de fomento cultural para periferias do edital do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAC), o projeto realiza ações em Praia Grande, Peruíbe e São Vicente até quarta-feira (2).
O evento conta com oficinas de acrobacia aérea, equilíbrio de objetos, acrobacia de solo e confecção de equipamentos de malabares com materiais recicláveis. Além disso, a companhia realiza uma roda de conversa sobre o universo circense, formação profissional e desafios da carreira artística, além de um show com números de circo aéreo, malabares, acrobacias e performances humorísticas, envolvendo artistas com diferentes nacionalidades. Segundo a organização, as atividades são acessíveis e inclusivas, com suporte de monitores especializados, intérpretes de LIBRAS e equipamentos ajustáveis para que todas as pessoas possam participar. Itanhaém recebeu o projeto no domingo (29).
A programação completa inclui: Praia Grande, na segunda-feira (30), das 9h às 10h30, na escola municipal Cidade da Criança, na Rua Adriano Dias do Santos, nº 200, bairro Cidade da Criança; Peruíbe, na terça-feira (1), das 8h às 17h, na Colônia Veneza, localizada na Rua Avenida Darci Fonseca, nº 181, no bairro dos Prados; e São Vicente, na quarta-feira (2), das 9h às 17h, na ONG Alfa e Ômega, na Avenida Senador Salgado Filho, nº 1127, bairro Jóquei Clube.
O projeto busca democratizar o acesso às artes circenses por meio da experimentação, aprendizado e valorização da expressão cultural. “Nosso objetivo é envolver os participantes de forma que eles possam levar essa experiência para suas vidas, inspirando mudanças positivas na comunidade. A ideia é levá-los a descobrirem suas potencialidades e a se tornarem agentes de transformação social através da arte”, afirmou o produtor do projeto, Gustavo Rolim. De acordo com ele, o projeto reafirma o compromisso da Cia Tribus de usar a arte como ferramenta de inclusão e educação, promovendo o acesso às expressões culturais em áreas de vulnerabilidade social.

