Paulo Cupertino começa a ser julgado no Fórum Criminal da Barra Funda, no plenário 10.
Paulo Cupertino será julgado por matar Rafael Miguel, ex-ator de “Chiquititas”, e sua família
Paulo Cupertino será julgado por matar Rafael Miguel, ex-ator de “Chiquititas”, e sua família
Paulo Cupertino será julgado por matar Rafael Miguel, ex-ator de “Chiquititas”, e sua família
Paulo Cupertino será julgado por matar Rafael Miguel, ex-ator de “Chiquititas”, e sua família
Rafael Miguel e família. Todos foram mortos por Paulo Cupertino
Paulo Cupertino após ser preso pela Polícia Civil
Paulo Cupertino foi preso em 16 de maio de 2022, na zona sul da cidade de São Paulo
Paulo Cupertino Matias esteve foragido por quase três anos
Paulo Cupertino durante depoimento no Tribunal do Júri, na última quinta-feira (29).
Interposto de apelação foi recebido pelo juiz Antonio Carlos Pontes de Souza, que estabeleceu pena de Cupertino, nesta quinta-feira (5)
Paulo Cupertino começa a ser julgado no Fórum Criminal da Barra Funda, no plenário 10.
Paulo Cupertino será julgado por matar Rafael Miguel, ex-ator de “Chiquititas”, e sua família
Paulo Cupertino será julgado por matar Rafael Miguel, ex-ator de “Chiquititas”, e sua família
Paulo Cupertino será julgado por matar Rafael Miguel, ex-ator de “Chiquititas”, e sua família
Paulo Cupertino será julgado por matar Rafael Miguel, ex-ator de “Chiquititas”, e sua família
Paulo Cupertino foi preso em 16 de maio de 2022, na zona sul da cidade de São Paulo
Paulo Cupertino Matias esteve foragido por quase três anos
Interposto de apelação foi recebido pelo juiz Antonio Carlos Pontes de Souza, que estabeleceu pena de Cupertino, nesta quinta-feira (5)
A defesa de Paulo Cupertino entrou com recurso contra a decisão de 1ª instância que condenou o réu a 98 anos de prisão, no último dia 30 de maio. Cupertino foi considerado culpado pelo Tribunal do Júri pelo triplo homicídio qualificado do ex-ator de Chiquititas Rafael Miguel e seus pais, João Alcisio Miguel e Miriam Selma da Silva.
O recurso foi recebido pelo juiz Antonio Carlos Pontes de Souza, que proferiu a sentença condenatória, nesta quinta-feira (5). Agora, o magistrado vai encaminhar o interposto de apelação ao Tribunal de Justiça.
Segundo o Código de Processo Penal, um desembargador da instância superior irá analisar o interposto e solicitar os motivos do pedido à defesa.
Durante o julgamento, as advogadas de Cupertino já haviam adiantado que entrariam com o recurso. No momento de sustentação, a advogada Mirian Souza citou as razões de “cerceamento de defesa” e “quebra de cadeia de custódia” das evidências para a nulidade do processo. O pedido não foi aceito pelo juiz, que condenou o réu.
A defesa do condenado, durante a argumentação, afirmou que a denúncia do Ministério Público era baseada apenas na personalidade de Cupertino, apontado como um “homem violento”. As advogadas afirmaram ainda que “motivo não é prova”.
O Tribunal do Júri de Paulo Cupertino durou dois dias no Fórum Criminal da Barra Funda, na zona Oeste de São Paulo, sendo finalizado no último dia 30 de maio.
Após seis anos, o réu depôs por mais de duas horas em seu interrogatório, feito apenas por parte da defesa. A parte informou ao Tribunal que Cupertino não responderia a perguntas dos promotores do Ministério Público.
Em tom de desabafo, o réu se defendeu e disse que era impossível ter cometido o crime. Ele estava sentado em frente ao juiz Antonio Carlos Pontes de Souza com dois policiais militares ao lado.
Na primeira sessão do julgamento, ao todo, falaram sete testemunhas. Estavam previstos nove depoimentos, mas a irmã de Cupertino, Guiomar Cupertino, e Wagner Furtado, testemunha de defesa do réu Wanderley Ribeiro, não compareceram. Após 11 horas, a audiência foi realizada após os depoimentos de Eduardo José Machado e Wanderley, réus por favorecimento pessoal a Cupertino, mas que foram inocentados pelo Júri.
No segundo dia ocorreu a fase de debates, quando a defesa e a acusação tiveram 2h30 para apresentar argumentos, mais réplica e tréplica de duas horas para cada.
O crime aconteceu em 9 de junho de 2019 e chocou o país. Cupertino mantinha uma relação de posse com a filha, Isabela Tibecherani Matias, e não aceitava que a jovem se relacionasse com o ex-ator da novela infantil.
Na data, Isabela saiu para se encontrar com o namorado, Rafael Miguel, em uma praça perto de casa, no bairro do Socorro, Zona Sul de São Paulo. Quando Cupertino chegou em casa e não encontrou a filha, falou com a esposa e exigiu que ela voltasse. Seguindo a ordem do ex-marido, a mãe da adolescente, Vanessa Tibcherani de Camargo, tentou ligar para a filha, mas não conseguiu.
Na sequência, a mulher decidiu ligar para o celular de Rafael, porém quem atendeu foi a mãe dele, pois ele havia esquecido o celular em casa. Depois disso, os pais do ex-ator decidiram levar o telefone para o filho.
Quando encontraram o jovem casal, eles levaram Isabela para casa e quiseram aproveitar a oportunidade para conversar com Paulo Cupertino e pedir uma aprovação do namoro do casal. Segundo Isabela, o pai nunca aceitou o relacionamento dela com Rafael.
A jovem contou que, quando os pais de Rafael foram deixá-la em casa, Cupertino atendeu o portão. Ele teria sido ríspido com os pais do ex-ator e pediu que ela entrasse, fechando a porta em seguida.
Neste momento, segundo o relato de Isabela, Miriam, a mãe de Rafael, pediu para conversar. O que aconteceu na sequência foram diversos tiros disparados em relação a Rafael e os pais. A perícia contabilizou treze disparos. Todos morreram no local.
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