A juíza responsável pelo caso deu um puxão de orelha no empresário Renê da Silva Nogueira Júnior, que se encontra preso preventivamente após confessar o assassinato do gari Laudemir de Souza Fernandes. O magistrado exigiu que Renê formalize, com urgência, quem será seu advogado de defesa, uma vez que o empresário tem passado por sucessivas trocas de representantes legais.
Renê, que já contratou três advogados desde sua prisão, precisa decidir se optará por uma defesa conjunta ou se escolherá apenas um dos profissionais que atualmente aguardam sua decisão. Em entrevista, Bruno Silva Rodrigues, um dos advogados, informou que a situação está em aberto e que a definição depende exclusivamente do empresário.
A juíza ressaltou a importância de uma representação legal clara e eficaz para o andamento do processo, já que Renê responderá por duplo homicídio qualificado. O empresário, que alega ter atirado acidentalmente em Laudemir, demonstrou arrependimento pelo crime, mas a situação processual continua indefinida até que ele tome uma decisão sobre sua defesa. O tribunal aguarda a manifestação de Renê para evitar confusões processuais e garantir a correta condução do caso.

