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Oposição retoma mobilização para acabar com foro privilegiado de autoridades no Congresso Nacional.

A oposição no Congresso Nacional retomou a mobilização em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com o foro privilegiado para autoridades em crimes comuns. Uma das propostas sobre o tema que pode ser votada é uma PEC que já tem a tramitação no Congresso bastante adiantada – foi aprovada pelo Senado Federal e está pronta para votação no plenário da Câmara desde 2018.

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O foro privilegiado é um direito garantido pela Constituição Federal para que certas autoridades públicas sejam julgadas diretamente por tribunais superiores, em vez da primeira instância da Justiça. Na prática, caso a PEC seja aprovada, o Supremo Tribunal Federal (STF) perde a competência para julgar casos que envolvem autoridades em delitos como roubo, lavagem de dinheiro e corrupção. Com isso, eles seriam julgados pela primeira instância do Judiciário do local em que cometerem o crime. O foro tira os processos dessas instâncias para, entre outras coisas, evitar pressões das autoridades investigadas sobre juízes visto o poder de influência que podem exercer.

Atualmente, são julgados pelo STF: presidente, vice-presidente, ministros, senadores, deputados federais, integrantes dos tribunais superiores, do Tribunal de Contas da União e embaixadores. A proposta revoga ainda um trecho da Constituição que prevê que deputados e senadores serão submetidos a julgamento perante o STF desde a diplomação.

Na última semana, parlamentares da oposição iniciaram uma pressão sobre os colegas e os presidentes da Câmara e do Senado para a votação do projeto. Parlamentares aliados ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ocuparam as mesas diretoras da Câmara e do Senado e pediam fim do foro privilegiado. O objetivo seria tirar do Supremo processos contra Bolsonaro, no entanto o ex-presidente não seria imediatamente beneficiado pela medida. Além disso, também querem que seja pautado um projeto que concede anistia de condenados pelo 8 de janeiro, e a apreciação de um pedido de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do STF. Crítica à atuação de integrantes da Corte, em especial de Moraes, a oposição avalia que o julgamento em instâncias inferiores poderia dar maior margem para a defesa dos investigados.

Na noite de quarta-feira (6), líderes da oposição se reuniram com o ex-presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), para costurar um acordo que fizesse os parlamentares desocuparem o plenário. Segundo participantes da reunião, além do fim do foro privilegiado, o acordo incluiu a votação de uma PEC para definir que: ações penais contra parlamentares só possam ser abertas com aval do Congresso; prisão em flagrante de parlamentar só possa ocorrer em casos de crimes inafiançáveis listados na Constituição; medidas judiciais contra parlamentares só possam ser cumpridas dentro do Congresso com o aval do legislativo e a mudança no foro privilegiado.

Segundo o blog da jornalista Andréia Sadi, aliados do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), confirmaram que ele vai se comprometer o acordo feito por Lira. O argumento do presidente da Câmara, segundo interlocutores, é de que a pauta já estava sendo costurada nos bastidores antes do motim protagonizado por parlamentares bolsonaristas, e que deve ter apoio até da base do governo Lula. Na quinta-feira (7), no entanto, Motta negou ter negociado projetos em troca da desocupação do plenário. “A presidência da Câmara é inegociável. Quero que isso fique bem claro. As matérias que estão saindo sobre a negociação feita por esta presidência para que os trabalhos fossem retomados não está vinculada a nenhuma pauta. O presidente da Câmara não negocia as suas prerrogativas, nem com a oposição, nem com o governo, nem com absolutamente ninguém”, declarou Hugo Motta.

Entre apoiadores do ex-presidente, há esperança de que isso tire de Moraes a ação penal da tentativa de golpe de Estado, na qual Bolsonaro é réu. No entanto, apesar dos esforços, Bolsonaro não seria beneficiado imediatamente pela medida. A proposta estabelece que os processos já instaurados no STF permaneceriam lá, uma vez que a PEC não tem efeito retroativo. Sem uma modificação específica no texto, o foro permanece para casos já em curso, como os que envolvem Bolsonaro. Para que Bolsonaro pudesse ser julgado em instância inferior, seria necessária uma nova articulação para promover a retroatividade da norma, algo que enfrentaria resistência legal e política e demandaria uma nova rodada de tramitação.

Com o foro privilegiado, por exemplo, o presidente da República é julgado pelo STF, enquanto governadores são julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Esse mecanismo foi criado para evitar pressões indevidas de figuras públicas a juízes e garantir que seus julgamentos sejam feitos por tribunais colegiados, considerados mais experientes e menos sujeitos a influências locais. Em 2018, o STF estabeleceu que o foro valeria apenas para crimes cometidos durante o exercício do cargo e relacionados à função pública. Além disso, quando um político perde o mandato, o caso seria transferido para a primeira instância. Essa mudança reduziu o alcance do foro privilegiado, restringindo a atuação da Suprema Corte a crimes estritamente ligados à atividade pública dos políticos e autoridades. No entanto, em 2025, o Supremo mudou o entendimento da regra. Ficou estabelecido que investigações de autoridades devem continuar a ser conduzidas pelo Supremo mesmo depois que elas deixarem as funções em que teriam cometido o crime. O ministro do STF Gilmar Mendes, relator do caso, argumentou que a regra atual permite que investigados escapem do julgamento ao renunciar ou não se reelegerem. “O parlamentar pode, por exemplo, renunciar antes da fase de alegações finais para forçar a remessa dos autos a um juiz que, aos seus olhos, é mais simpático aos interesses da defesa”, disse Mendes.

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